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O autor

Carlos Eduardo de Souza, Front-End Developer & Interface Designer na Coopers Digital Production, dedica seu tempo para o desenvolvimento de uma Web mais acessível. Possui certificado W3C em Mobile (sites e web apps) e HTML5.

Portfolio e blog sobre Web Standards – project.47, de Carlos Eduardo de Souza

Topo 23/09/06

Vai um layout novo aí?

Sim, estou desenvolvendo um layout para o project.47. Está bem encaminhado e possui um estilo totalmente novo.
Achei muito legal a receptividade do pessoal com relação a este, que já é o segundo, em praticamente 6 meses de site. Sempre tive o costume de modificar os sites do qual sou responsável, então este não seria muito diferente.

Porém, creio que é certo criar uma identidade, fazendo com que as pessoas liguem aquele estilo com o site, fazendo-as lembrar dele mais facilmente.

E toda grande mudança vem acompanhada de um pretexto. Desta vez, além da minha “constante-necessidade-de-criar-novos-layouts”, veio o problema com o Internet Explorer. s vezes, não sei por que, este navegador trava com o meu site. Nunca havia visto isso antes.

Desta forma, para deixar de excluir certa parte dos visitantes, mesmo que seja pequena (nem sempre trava no IE), não posso ficar de braços cruzados.

Assim, quando tudo estiver modificado (dentro de algumas semanas), vocęs não ficarão surpresos e espero, sinceramente, que todos gostem do resultado.

Topo 21/09/06

A dependência de uma ferramenta

A difusão de ferramentas visuais (WYSIWYG) para construção de sites já foi maior, mas ainda podemos perceber a dependęncia das mesmas por parte de alguns “profissionais”.

Pegando o exemplo do Dreamweaver (como sempre), podemos perceber facilmente tal dependęncia. Imaginemos que alguém se auto-intitule Web Designer e diz que sabe lidar com este programa, até que uma empresa lhe faz uma ótima proposta de emprego, mas não possui o “único meio de se fazer um site”, deixando o profissional de mãos atadas. Como proceder nestes casos? Será que este é um verdadeiro profissional?

Coloco tais questőes em pauta pois, quem sabe somente lidar com um programa A ou B, não sabe fazer um site, literalmente falando. Se for assim, é só fazermos um destes cursos baratos, pois sairemos contentes e “experts” em fazer sites.

Meu objetivo aqui não é falar mal de uma ferramenta específica, mas a dependęncia que ela causa. Seja flexível, aprenda a editar seu site pelo código, há ótimos programas gratuitos para isso, diferencie-se destes “usuários-de-programas” que pensam saber fazer de verdade.

Topo 13/09/06

O artista, artesão e os Web Standards

Após várias aulas relacionadas a História da Arte, estamos retomando alguns estilos e movimentos na matéria de Teoria do Design.

Fazendo uma analogia da atualidade com os conceitos passados nas aulas, podemos perceber uma evolução em nossa área do Design, especificamente falando, voltado para a Web. Os conceitos são relacionados aos estilos surgidos no final do século XIX e início do XX, no qual houve uma preocupação com as grandes mudanças ocorridas no período, vindas da industrialização e agitação cada vez maior da “vida moderna”. Essa preocupação estava envolvida com uma valorização do aspecto estético aliada a praticidade na execução dos projetos propostos.

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Topo 07/09/06

E na hora de atender um cliente?

É pessoal, esse assunto dos Web Standards, ou seja, os padrőes que devemos adotar em nossos sites para torná-los mais acessíveis e, conseqüentemente, aumentar a possibilidade de possíveis clientes para a empresa da qual estamos fazendo o site, é muito importante.

Mas temos que ter em mente uma coisa: se não soubermos atender o cliente da maneira correta e nos planejarmos para isso, todo esse papo de “Web Sites feitos corretamente” vai por água a baixo. Então vou passar umas dicas para se realizar um bom briefing e seus conceitos aprendidos na matéria de Metodologia de Projeto, no curso que faço atualmente na UTFPR.

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Topo 05/09/06

A semana da pátria

Essa é a nossa semana. A semana na qual comemoramos a independęncia de nosso país. Vamos ser um “pouco” idealizadores e levar pelo lado que realmente ficamos independentes ŕ partir desta data e, portanto, nos tornamos donos do “nosso próprio nariz”.

Aproveitando o fato que estou escrevendo num blog e, ainda mais, sobre Web Standards e desenvolvimento Web em geral, gostaria de ressaltar a evolução de nós, brasileiros, neste meio.

Admito que no início, quando desejava aprender algo relacionado ŕ estes assuntos, procurava diretamente por sites estrangeiros pois, supostamente, teriam melhor conteúdo e maior detalhamento dos mesmos.

Acredito que, nos dois últimos anos, houve uma mudança nesse quadro. Surgiram muitos sites qualificados e, ŕ partir dali, puderam ser considerados uma “fonte segura” de informaçőes. No entanto ainda eram poucos para um país com tanta gente acessando internet e, conseqüentemente, muita gente para difundir os conhecimentos.

partir do ano passado, o número de sites e, principalmente, blogs tratando de Web Standards e desenvolvimento Web em geral aumentou muito, diversificando nossas fontes de informaçőes e, principalmente, criando uma verdadeira rede entre os escritores, por assim dizer, gerando a tal blogosfera puramente brasileira.

Portanto, só estou aproveitando este espaço para divulgar a idéia otimista que tenho em relação ao nosso meio e imagino que ainda temos muito a crescer. Parabenizo ŕ todos que contribuem para esta verdadeira comunidade de desenvolvedores Web e que cada vez mais possamos compartilhar nossos conhecimentos, dando mais credibilidade para nosso país não só internamente, mas para o exterior também.

Topo 01/09/06

Novo trabalho – Liquid Layout

Layouts líquidos são aqueles que se adaptam ŕ resolução do usuário, ou seja, se “encaixam” na resolução, seja 800×600, 1280×1024 e por aí vai.

A grande vantagem é que layouts líquidos (ou liquid layouts) oferecem um aproveitamento de tela maior e melhor, dando mais flexibilidade tanto na parte visual como no conteúdo do site. Porém sempre devemos estar atentos ŕ medida máxima de largura do site, para não prejudicar a leiturabilidade do mesmo, como já foi discutido em outro artigo por aqui.

O trabalho feito não foi para nenhum cliente. É só um exemplo que fiz para praticar esta “técnica” e poder utilizá-la da melhor forma possível quando for pertinente. Disponível para visualização em Portfolio.

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