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Зеленый кофе

O autor

Carlos Eduardo de Souza, Front-End Developer & Interface Designer na Coopers Digital Production, dedica seu tempo para o desenvolvimento de uma Web mais acessível. Possui certificado W3C em Mobile (sites e web apps) e HTML5.

Portfolio e blog sobre Web Standards – project.47, de Carlos Eduardo de Souza

Topo 29/11/06

Referência aos Microformats – hCard

Estamos passado por uma fase na qual muitos se perguntam do verdadeiro papel da W3C e se ela está sabendo desempenhá-lo, de acordo com as expectativas geradas ao longo dos anos e, claro, com a expansão dos [tag]Web Standards[/tag] nos sites e blogs pelo mundo a fora.

Não podemos negar a importância que a [tag]W3C[/tag] teve (e tem) na evolução do [tag]Desenvolvimento Web[/tag], mas devido a algumas falhas, seja na atualização de seu conteúdo, como nas medidas adotadas, o pessoal acabou tomando iniciativa e criando novos padrőes “independentes” que, com o passar do tempo, vęm possuindo mais e mais adeptos. No meu ponto de vista, o maior exemplo de uma iniciativa vinda de fora da W3C são os [tag]Microformats[/tag], cada vez mais aceitos em grandes e pequenos sites, se firmando como uma das grandes tendęncias dessa evolução da Internet, inclusive sendo reverenciado como um dos pilares da Web 3.0 (!!).

Na busca por essa padronização na maneira de se desenvolver o código do site e pela semântica do mesmo, foram criados diversos tipos de microformatos para diversas finalidades (seja para criar um perfil no seu site, mostrar sua localização geográfica, empresa na qual está trabalhando, telefone de casa, calendário, eventos importantes, copyrights, etc.) as quais citarei aqui.

O primeiro tipo de microformato que citarei, é o [tag]hCard[/tag], que também utilizo aqui no project.47. Continuar lendo…

Topo 24/11/06

Blog: O amadurecimento dos sites pessoais

Quem não se lembra de como era a [tag]Internet[/tag] no final dos anos noventa e começo desta década? Mais e mais usuários aderiam ŕ onda das HomePages, aquelas páginas pessoais que continham conteúdos de diversas áreas, visando atrair usuários de diversas “tribos”, disputando-os entre si. Os conteúdos variavam desde [tag]downloads[/tag] de jogos completos e [tag]MP3[/tag], lendas urbanas, conteúdos pornográficos, poesias, jogos em Applet ou javascript, etc.

Bom, essa onda acabou e, com o término dela, vieram os blogs pessoais. O início dos [tag]blogs[/tag] foi marcado por aqueles assuntos do cotidiano de seus criadores, contando como havia sido o dia, ou como sua vida era uma droga, etc… Era um panorama que me fez não entrar nesse mundo dos [tag]blogueiros[/tag].

Porém, eis que houve um verdadeiro amadurecimento dos sites pessoais, quando o blog deixou de ser apenas um diário pessoal para se tornar um local de difusão de idéias e, principalmente, conhecimento. A partir deste ponto, o negócio começou a se tornar mais atrativo.

Desta forma, considero que meu desenvolvimento profissional na área dos [tag]Web Standards[/tag] se deve a essa evolução no mundo dos blogs, e creio que o número de profissionais com este perfil cresce ainda mais.

E, claro, como não podia deixar de acontecer, houve uma expansão do lado publicitário. Antes era muito comum aqueles banners rotativos, os quais pagavam o “hospedeiro” pelo número de cliques recebidos. Hoje em dia todos estão habituados com Adsense, Text-Link-Ads, etc., tipos de publicidade muito mais inteligentes.

Como resultado dessa dedicação por um conteúdo de qualidade e difusão de conhecimento, há recompensas (não necessariamente em dinheiro com publicidade) para aqueles que realmente gostam do que estão fazendo.

Topo 20/11/06

Pro Mundo Cantar Feliz!

Natal chegando e grandes projetos também!

Nas últimas 3 semanas estive envolvido num grande projeto, pela agęncia na qual trabalho, relacionado ao Natal do HSBC 2006.
Como muitos de vocęs já devem conhecer, esse evento é um dos maiores relacionados ao Natal – falando em termos de Brasil -, acontecendo todos os anos aqui em Curitiba.

Há pouco mais de um męs na empresa, acabei fazendo parte do projeto e, de acordo com a função na qual fui contratado, desenvolvi toda a parte de Web Standards do site, englobando a elaboração do XHTML e CSS, com ęnfase na semântica do mesmo, visando bons resultados nos sistemas de busca e, claro, sendo auxiliado pela estratégia de SEO do setor responsável por esta área lá da agęncia.
Sinto-me muito feliz em fazer parte deste projeto, primeiramente por se tratar de algo tão grande, para uma empresa renomada e, também, por trabalhar com pessoas tão boas… É só ver o belo trabalho que fizeram tanto na parte de criação como programação e Flash também.

Parabéns a toda a equipe que participou do projeto, me senti honrado em fazer parte do mesmo.

Ficou curioso? Aproveite o site e divulgue para seus familiares e amigos :)

Topo 16/11/06

Sendo pago para blogar pelo Review Me

Mais e mais blogueiros tęm aderido a práticas para monetizar seu site, tornando estes serviços cada vez mais populares.

A idéia de ser pago para postar em seus respectivos blogs já não é tão nova assim, uma alternativa que, aparentemente, era boa, mas penso que somente agora surgiu um serviço realmente satisfatório.
Podemos encontrar alguns serviços do tipo mas vários deles tęm, como pré-requisito, a postagem positiva em relação ao produto do qual está sendo “analisado”.

Seguindo este raciocínio, os pagantes exigem os passos abaixo:

  • Deve-se inscrever o blog no serviço (obviamente);
  • Quando autorizado, é estipulado um preço pelo seu blog;
  • Empresas interessadas em comprar “análises” pagam o valor respectivo ao seu site e vocę deve postar algo positivo relacionado ao produto desta empresa, justificando a utilização do serviço.

Porém, surgiu uma nova (e ótima) opção. O Review Me é um serviço do tipo, que lhe paga para postar análises sobre produtos/serviços, mas vocę não é obrigado a postar positivamente, ou seja, o pré-requisito, claro, é postar sobre o serviço.

Desta maneira, se o seu site for atrativo o suficiente, atrairá investidores que lhe pagarão para postar sobre seu produto, sem necessariamente elogiá-lo.

Será que a moda pega?

2 comentários Assuntos: Geral
Topo 10/11/06

Microformats são viáveis comercialmente falando?

Imagine-se trabalhando numa agęncia qualquer, na qual se tem prazos curtíssimos e muita coisa a fazer.

Será que tem como aplicar Microformats a grandes projetos, com curto período para desenvolvimento?

Estou passando por isso atualmente, e acho que os Microformatos foram criados possuindo sua função muito importante no desenvolvimento de qualquer tipo de site. Porém, para podermos aplicá-los corretamente, devemos seguir as classes pré-definidas, obviamente, para fazer sentido utilizá-los.

Essa consulta acaba prejudicando, em certo ponto, o andamento do projeto, o que pode deixá-lo impraticável em certos tipos de trabalhos.

Porém, no caminho inverso, estou desenvolvendo o site da minha banda e, como não tenho prazo de entrega, pretendo utilizar muitos recursos dos Microformats, assim como já faço aqui, especialmente no Portfolio. Assim, desenvolvendo com bastante calma, posso implementar as classes nos itens correspondentes, dando significado para cada um deles, auxiliando consideravelmente na semântica do site.

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