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Зеленый кофе

O autor

Carlos Eduardo de Souza, Front-End Developer & Interface Designer na Coopers Digital Production, dedica seu tempo para o desenvolvimento de uma Web mais acessível. Possui certificado W3C em Mobile (sites e web apps) e HTML5.

Portfolio e blog sobre Web Standards – project.47, de Carlos Eduardo de Souza

Blog

Topo 08/09/08

Hospedagem com espaço e transferência ilimitados

Quer assinar um dos melhores serviços de hospedagem do mundo, com espaço em disco e transferęncia ilimitados?

Para comemorar seus 10 anos de vida, o Dreamhost lançou esta promoção e para participar é simples, basta visitar o site do Dreamhost e se cadastrar para obter este ótimo benefício.

E aqueles que ainda tęm dúvida sobre a qualidade do serviço não se preocupem, grandes sites já utilizam (além do project.47), e nós da Viscount Box Design indicamos este serviço para nossos clientes.

Topo 16/09/07

Impressőes sobre 12º Encontro de Web Design em Curitiba

Logo do 12 Encontro de Web Design12 Encontro de Web Design
Ontem foi o dia no qual aconteceu o Encontro de Web Design aqui em Curitiba e, finalmente, resolvi conferir este evento em sua décima segunda edição. Como disse o Rodrigo Muniz em sua análise sobre o evento, eu também nunca “havia comparecido a um encontro de nerds até então”.

Mas, desta vez, houve um motivo a mais para me empolgar a ir pois meu colega de trabalho, Melqui Jr., Arquiteto da Informação lá da agęncia iria fazer a palestra de abertura do evento, então não pude deixar de conferir.

Como dito anteriormente, a primeira palestra do evento foi apresentada por Melqui Jr., intitulada: “Aquitetura da Informação do planejamento ŕ publicação dos Websites”. Em minha opinião, esta palestra foi uma das melhores do evento, pois chamou atenção de muita gente que nunca havia tido contato com esse assunto e seu conteúdo foi apresentado da melhor maneira possível, já que serviu justamente para mostrar um breve histórico da Arquitetura da Informação, além de exemplificar o fluxo de projeto (como acontece lá na agęncia) e sua relevância para o sucesso do mesmo, refletindo em resultados impressionantes, melhorando a conversão de visitantes em novos clientes (como foi o caso do novo formulário online do Estadão, tendo 137% a mais de vendas em relação ŕ versão anterior, graças ŕ Arquitetura da Informação e reformulação de layout).

O segundo palestrante foi Michel Lent, CEO da 10’Minutos, abordando o tema “Web 2.0 e as novas fronteiras do mercado e da profissão”. Primeiramente foi abordada a evolução tecnológica que tivemos, principalmente no último século, seguindo para o mundo atual, quase que totalmente digital. Achei interessante o enfoque dado na convergęncia de mídias que estamos tendo atualmente, ou seja, não há mais aquela separação entre televisão, cinema, rádio, computador, celular, etc., pois tudo está conectado de alguma forma. O enfoque na Web 2.0 foi interessante pois abordou o fato da democratização da tecnologia, na qual usuários sem conhecimentos técnicos podem ter controle sobre publicação e oferta de serviços online, algo impossível de imaginarmos até o final do século passado.

Foi dada importância para o lado publicitário do negócio (acho que o próprio termo “Web 2.0” já mostra isso), analisando os sites que, quanto mais complicados forem, menos usuários atraem; por isso devemos ser sensatos ao iniciarmos algum projeto nesta linha, senão afastaremos os visitantes ao invés de atraí-los.

A terceira palestra, apresentada por Frederick Van Amstel, tratou o tema “O valor da pesquisa no Design de Interação” e, juntamente com a de Melqui, creio que já fizeram valer o comparecimento no evento, pois tratou de assuntos que nem sempre são tão comuns aos Web Designers, pois muitos ainda acham que para se fazer um site, basta criar o layout e programar em cima. Foi feita uma abordagem mostrando a base do Design de Interação, analisando o comportamento das pessoas independente da mídia; também foram mostrados os diversos tipos de pesquisa que podem ser feitos, tudo para auxiliar no conhecimento sobre seu cliente e os clientes de seu cliente, além do sucesso no projeto, claro!

Vale ressaltar aqui a iniciativa de formação do Instituto Faber-Ludens, divulgada por Frederick, visando “promover o desenvolvimento do Design e da Tecnologia no Brasil através da integração entre mercado e academia”. O início de suas atividades será no dia 8 de Novembro, o famoso World Usability Day, ou bem bom portuguęs, Dia Mundial da Usabilidade.

E para fechar o evento em grande estilo, André Matarazzo falou sobre o tema “O valor da originalidade no design da Web”, focando na importância que essa originalidade pode ter num projeto de Web, destacando seu projeto dos demais concorrentes. Achei interessante a abordagem sobre a gestão feita em sua agęncia (totalmente horizontal, sem distinção de chefe vs. empregados); a questão do grande número de clientes no exterior, mostrando que isso é viável a outras agęncias brasileiras. Foram mostrados diversos cases da agęncia e, o mais importante, tudo foi embasado, mostrando desde o início do projeto, suas mudanças e argumentos para que tais medidas fossem tomadas. Só acho que foi muito focado para a parte de Flash e 3D, sem falar em usabilidade, acessibilidade de seus sites, etc. o que, para um profissional deste nível e experięncia, não poderia ser deixado de lado.

Porém o que mais me interessou, ao final do evento, foi um ponto no qual todos os palestrantes tocaram: hoje em dia tudo está ficando ramificado, devemos nos especializar para fazer um trabalho bem feito. Há muito tempo quero falar sobre isso no blog e espero em breve poder tratá-lo por aqui.

Infelizmente nos anos anteriores não compareci ao evento, pois alguns conhecidos disseram que não haviam sido muito bons, mas este, com certeza, valeu a pena. As próximas cidades a receber o evento serão: Salvador, Porto Alegre e São Paulo.

Topo 17/05/07

A Web 2.0 está ficando saturada

Lendo este artigo, decidi refletir sobre o que está acontecendo com a Internet atualmente, e tenho de concordar, a [tag]Web 2.0[/tag] vem perdendo seu foco, se comparada com sua “origem”, por assim dizer.

Lembro-me que, inicialmente, os sites enquadrados neste estilo, destacavam-se pela funcionalidade, tanto na parte visual (design mais limpo e agradável, além da usabilidade) quanto na parte interna do site, baseando-se em novas utilizaçőes para tecnologias já existentes, como AJAX, além de outras novas tecnologias, beneficiando o usuário.

Porém, com a difusão do termo e o fato de certas pessoas verem neste “ramo” uma oportunidade de ganhar dinheiro, o termo “Web 2.0” acabou tornando-se um verdadeiro buzzword, e seus fundamentos distorcidos. As aplicaçőes de AJAX viraram sinônimo de efeitos visuais (drag’n drop, por exemplo), o [tag]design[/tag] teve seu fundamento baseado em degrades, reflexos, etc., além da usabilidade, presente, somente, em fontes com tamanho maior do que o convencional.

Claro, sempre há os bons exemplos, como os próprios blogs, originados anteriormente, mas que tiveram seu auge justamente nesta época de mudanças na Internet. Porém, o que podemos fazer para mudar este panorama com a perda de valores e mudança de significado para as bases fundamentais dessa “nova” Web?

  • Como sempre, estudar cada caso, dependendo das necessidades, pois não é necessário utilizar determinado recurso só pelo fato de ser uma tendęncia, mas pela realidade na qual se está contextualizado;
  • Faça seus projetos de acordo com os Web Standards, isso assegurará a qualidade do seu serviço, possibilitando usuários de dispositivos diferentes, além de deficientes terem a oportunidade de acessar seu conteúdo;
  • Bom-senso é a palavra de ordem, não exagere na complexidade ou simplicidade, devido a grande concorręncia, requerendo inovaçőes em seus projetos.

O objetivo deste post é a reflexão sobre o caminho pelo qual estamos passando. Acho que, em certos pontos, as tendęncias estão passando dos limites; então para que devemos nos enquadrar nos padrőes e parecermos iguais a todos?

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