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O autor

Carlos Eduardo de Souza, Front-End Developer & Interface Designer na Coopers Digital Production, dedica seu tempo para o desenvolvimento de uma Web mais acessível. Possui certificado W3C em Mobile (sites e web apps) e HTML5.

Portfolio e blog sobre Web Standards – project.47, de Carlos Eduardo de Souza

Blog

Topo 10/11/06

Microformats são viáveis comercialmente falando?

Imagine-se trabalhando numa agęncia qualquer, na qual se tem prazos curtíssimos e muita coisa a fazer.

Será que tem como aplicar Microformats a grandes projetos, com curto período para desenvolvimento?

Estou passando por isso atualmente, e acho que os Microformatos foram criados possuindo sua função muito importante no desenvolvimento de qualquer tipo de site. Porém, para podermos aplicá-los corretamente, devemos seguir as classes pré-definidas, obviamente, para fazer sentido utilizá-los.

Essa consulta acaba prejudicando, em certo ponto, o andamento do projeto, o que pode deixá-lo impraticável em certos tipos de trabalhos.

Porém, no caminho inverso, estou desenvolvendo o site da minha banda e, como não tenho prazo de entrega, pretendo utilizar muitos recursos dos Microformats, assim como já faço aqui, especialmente no Portfolio. Assim, desenvolvendo com bastante calma, posso implementar as classes nos itens correspondentes, dando significado para cada um deles, auxiliando consideravelmente na semântica do site.

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8 comentários para "Microformats são viáveis comercialmente falando?"

  1. Rogério | 10/11/06 - 5:08 pm

    Da de se fazer tudo. É só ter conhecimento.
    Por que uma pessoa com mais tempo de trabalho deve ganhar um sálario maior que um novato? Experiencia.
    Na mesma quantidade de tempo que um novato faria um trabalho o funcionario experiente faria 3.
    Ou seja, como vocę nao tem muita experiencia com microformatos (o que ja é mais experiencia do que eu tenho, pq com microformatos eu nao tenho nenhuma) pode nao ser viavel comercialmente.

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  2. Thalis Valle | 10/11/06 - 5:26 pm

    Depende!

    Eu não usaria se o cliente não pagasse e não estivesse ciente da utilização do microformato via um cronograma.

    Quando vocę compra uma camisa, vocę leva a calça e gravata de graça? Não, né.

    Então vamos desenvolver apenas o que o cliente pagar.

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  3. Luxther Defaul | 10/11/06 - 6:20 pm

    Parabéns pelo artigo e pelo site. Li bastante por aqui e também aprendi muito. Parabéns!

    Realmente acho muito corrido aplicar Microformats num projeto de curto período, mas estamos sempre querendo ultrapassar os nossos limites…

    Um grande abraço!

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  4. Carlos Eduardo de Souza | 10/11/06 - 7:25 pm

    Interessante seu ponto de vista, Thalis.

    Realmente, poderia ser um ‘item’ a mais, não um dever utilizá-los.

    Assim como o Rogério disse, eu não tenho tanta prática assim com os Microformats pois, se já tivesse, não demandaria tanto tempo consultando tabelas de referęncia.

    Ah, Luxther, as vezes o problema é quando o cliente quer ultrapassar os limites… Hehe… Mas acho legal tentar aplicar quando tiver um tempo disponível, acho que vale a pena, até por uma questão de satisfação pessoal, hehe :)

    Obrigado pelos elogios!
    Abração!

    Topo
  5. Leandro | 11/11/06 - 1:12 am

    O meio profissional é bem complicado. Prazos curtos na verdade ja se tornaram prazos normais. O cliente sempre quer o produto pronto o quanto antes, e por mais que se argumente as vantagens de algumas técnicas, eles não estão nem aí, para eles isso é GREGO.

    E se não toparmos fazer o trabalho, eles encontram outra pessoa que faça. Será um trabalho bem pior, porém o cliente não verá a diferença entre um site feito seguindo os padrőes web e outro todo em carregado de figuras.

    Para realizar um bom trabalho, a experięncia conta muito, como mencionou o Rogério. Porém porque uma empresa irá pagar 5 vezes mais para um cara experiente fazer um trabalho excelente, se pode contratar 2 menos experientes? O trabalho dos 2 será muito pior, porém o cliente não vai perceber a diferença.

    Claro que isto não acontece em todos os casos, porém eu concordo com o Carlos, comercialmente Microfomatos, até mesmo padrőes web não tem muito espaço. Isto é algo a mais.

    O padeiro adiciona bicarbonato de sodio na massa do pão pra ele crescer mais, porém o peso continua o mesmo. Um outro pão, do mesmo tamanho, mas mais “massudo” custa mais caro, porém é um pão com maior qualidade.

    Desta mesma forma funcionam os sites no meio profissional. Tem cliente que quer o pão massudo, e estão dispostos a pagar o valor que vale. Porém a maioria quer o pãozinho mesmo, querem pagar o menor valor possível e não estão interessados no que tem por traz do que eles estão vendo.

    Topo
  6. Rodrigo Muniz | 13/11/06 - 11:09 am

    Opa, eu discordo do Tales.
    Se vocę tem o Microformats para aumentar a qualidade do seu produto tecnicamente falando, não há porque isso ser cobrado a mais, porque coisas desse tipo a maioria dos clientes não querem nem saber o que é na verdade.
    Na verdade eu acho justo vocę cobrar pelo seu conhecimento “a mais”, isso é normal. Mas deixar claro que está aumento o preço por causa de layout em CSS, microformats e afins não acho certo.

    E sobre o artigo interessante seu ponto de vista, mas acho que é como quando a gente fazia as coisas em tabela e teve que migrar para a forma correta de fazer, levou tempo e agora a gente faz tão automático e rápido que é impossível voltar para as malditas table. Então acho que é só uma questão de tempo para a os microformats valerem realmente a pena e a gente começar a implementá-los tanto que a coisa vai ficar tão automática como um float:left e o tempo gasto não vai ser mais tão levado em consideração por esse ponto de vista.
    :)

    Topo
  7. Mauricio Zane | 15/11/06 - 9:45 pm

    Olá Carlos,
    eu acredito que vocę esteja fazendo uma idéia um pouco erronea da aplicação no dia-a-dia dos microformats.
    Falo isso, por que é muito tranquillo de trabalhar com essas recomendaçőes.
    A mais complicada e mais usual é o hCard e vocę pode encontrar pelo google um gerador de hCards, onde vocę pőe os dados e ele já cria as tais tags definidas.
    Outras recomendaçőes como rel=”home”, rel=”glossary”, rel=”help”, rel=”enclosure”, rel=”tag, são totalmente tranquillas no próprio desenvolvimento dos meus XHTML’s já se tornou normal aplicar.

    Existem algumas recomendaçőes como o hReview da qual nunca usei e acho meio distante o uso.
    Porém XFN é na base de rel também, e XOXO é a única que digamos assim que vocę tenha que decorar ou dar uma espiadinha lá no site.
    O dificil é entender exatamente como e quando usar algumas recomendaçőes. Nada que um pouco de estudo no Wiki do microformats não faça.

    Bom acho que é isso, e bacana o assunto levantado.
    Grande abraço cara.

    Topo
  8. Carlos Eduardo de Souza | 15/11/06 - 10:07 pm

    Acho que o Rodrigo tocou num ponto muito importante.

    Talvez haja essa imagem dos Microformats assim como a prática da construção de layouts sem a utilização de tabelas (vulgo tableless) era antigamente, pois passava a imagem de ser algo mais trabalhoso.

    Creio que, com uma maior utilização e, conseqüentemente, prática mais “afiada” dos Microformats, pode se tornar uma parte corriqueira de todo desenvolvimento!

    Muito legal a discussão sobre o assunto, com certeza já me ajudou a abrir os horizontes.

    Topo
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